quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Sombras












Sombras que me perseguem
Resquícios de um tempo que já vivi
Bruma densa...
Envolvendo-me com negro manto
Que mesmo sem me tocar,
Corrói, como se fosse ácido!
A sua presença constante
Qual espectro lancinante
Fere mais que mil punhais
E ensombram o meu viver.
E com este constante sofrer
Estas sombras, far-me-ão perecer!

(In Luso Poemas - Luz&Sombra - 19/08/2008)

2 Marquinha(s):

Jota Ninguém disse...

Para muitos o mundo real, é apenas composto por sombras, mas para que haja sombras é necessário haver luz...

Bjs

Manuel De Mecena disse...

Este poema não é, um reflexo de ti. Não te identifico com ele! Reflete no entanto, a vivência de muita gente, a qual traduzes aqui na perfeição.
Muito bom!

Beijo
Manuel