sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Delírio dos Sentidos











A minha boca sedenta e entreaberta espera, o gosto da tua.
Não liberto ainda o desejo, que seguro, fazendo-me difícil.
Sinto os teus braços a rodearem-me o corpo,
Que se transforma ao teu toque, em vagas de um mar revolto.
Envolves-te em mim, descobrindo em cada pedacinho da minha pele, a essência do prazer.
Navegas nas ondas do gozo e levas-me contigo.
Sulcamos mares de delírio, saboreamos o sal do nosso corpo,
Espelho, da veemência deste amor
E que atinge o seu ponto alto, na união dos nossos corpos.
É nesta atmosfera aquecida, pelos corpos inflamados,
Num delírio de sentidos, que as nossas almas se fundem em puro êxtase…
Dá-se a explosão, a emoção…
Perceptível nos gemidos e na respiração ofegante,
Que soltamos, no intenso prazer do momento.

2 Marquinha(s):

Jota Ninguém disse...

É interessante a maneira como alternas na tua forma de escrever...

Beijos

Manuel De Mecena disse...

Imagens espantosas enquadradas pelas tuas palavras.
"Delírio dos sentidos"... sem dúvida!
Não sou expert em matéria de escrita, mas menina, gosto de te ler.