
Hoje... conversando com uma amiga, que está seriamente apaixonada, perguntava-me ela:
- Amiga, o que posso fazer, para que a pessoa que amo, deixe de jogar com outra, um jogo de xadrez emocional?
Ao que lhe respondi:
- Nada minha querida, não podes fazer nada, porque qualquer jogo é viciante e quanto mais se joga, mais vontade se tem de jogar!
Quem acede, conscientemente, entrar num jogo, é porque gosta! Torna-se um estímulo, uma entretenha, um desafio. Sempre tentando adivinhar a jogada do outro. Isso, vai mantendo-o preso e como qualquer vício, é muito difícil de abandonar.
Por isso minha amiga, não será o teu amor que o fará desistir, a não ser, que aprendas também a jogar, mas pelo que conheço de ti, tu nunca foste boa em jogos e nos que entras, perdes e, perder, por perder, será melhor ficares fora da jogada!
Esta conversa fez-me questionar, sobre, o que realmente tem importância na vida de uma pessoa.
Um jogo, em que nunca se sai realmente vencedor, porque é um perder e vencer constante, ou viver a vida e o amor, na sua simplicidade?
sábado, 11 de julho de 2009
Jogos de xadrez emocional!
Postado por @--}--- de £ótus às 14:25 0 Marquinha(s)
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Sei...
Sei, que não posso ser para ti, quem eu quero ser!
Sei, que não sou para ti, quem gostaria de ser!
Sei, que o sentimento que sinto, não o devia sentir!
Sei, que este amor, é um amor proibido!
Sei, que queria que me amasses a mim, apenas a mim!
Sei, que o caminho que percorro, é cheio de espinhos!
Sei, que te empurro, por vontade própria para outras mãos!
Sei, que morro de ciúmes, mas faço-me forte!
Sei, que a dor que sinto faz encolher o meu coração!
Sei, que apesar de saber tudo isso, não consigo evitar Amar-te!
Sei, que gostaria de não saber, tantas coisas que sei!
(A todos quantos vivem, ou viveram, um amor impossível)
Postado por @--}--- de £ótus às 22:25 0 Marquinha(s)
sábado, 4 de julho de 2009
Sonhei
Sonhei, que ia contigo de mãos dadas
Percorrendo recantos de extrema beleza!
No ar... um sentimento fácil de adivinhar.
No silêncio do nosso olhar,
No toque da nossa pele…
Sentia-se palpável e sonoro, o Amor e o Carinho.
Não eram necessárias palavras, elas seriam supérfluas,
Todos os nossos sentidos falavam por nós!
Foi só um sonho, dir-me-ão, mas que importa,
Se o que nele vivi... parecia tão real!
Ali, não existia passado, presente, ou mesmo futuro.
Não havia mais pessoas, para além de nós,
Só tu e eu, no sonho de Amor,
Amando-nos... naquele instante que se fez eterno!
Postado por @--}--- de £ótus às 14:59 0 Marquinha(s)
