
Da lua, que trauteio em courelas
de estéreis rochas lunares. Eu e tu,
em tempo de bonança na fenda desferida
na memória, sem retorno, sem aurora,
sem ânforas de sonhos e águas mornas,
sem a certeza cúmplice da permanência,
sem sabermos sequer onde há esperança...
sábado, 27 de setembro de 2008
Segredos
Postado por @--}--- de £ótus às 22:27
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