
Fui e vim, neste mar de hipocrisia que me rodeia
Gritei e supliquei, para que me dessem a mão
Sorriam, riam e naqueles esgares de canalhas
Só vi raiva, ódio, ciúme, inveja e nenhum perdão
Agora que me encontro no fundo da cratera
Que desespero neste meu infortúnio de vida
Ninguém me vale, ninguém me quer, sou proscrita
Afinal já não sou aquela mulher especial.
Fui luz brilhante num horizonte longínquo
Agora sou sombra que ensombra muitos viveres
Por isso, não querem sequer reconhecer-me...
Aqui jaz o meu corpo neste chão frio de mármore
Sem ninguém que o ampare, que o abrace e o ame
Que PUTA de vida, ninguém merece morrer assim!
sábado, 27 de setembro de 2008
Ninguém merece morrer assim! (Soneto)
Postado por @--}--- de £ótus às 22:36
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