
É neste banco de jardim
Onde me sento
Que te lembro e que me esqueço
É aqui que o meu pensamento
Voa até ti
Nesta saudade
Que não tem fim…
Nesta dor de te ter perdido!
Foste-te, sem te despedires
Não mais verei o teu rosto,
Não mais, nos teus braços,
Me irei aconchegar.
Os teus lábios,
Já não têm calor para me dar.
Deixaste-me…
E agora meu Amor,
Que vou eu fazer sem ti?
Vivo à míngua da tua lembrança…
Vivo?
Não, não creio que esteja viva
Eu já estou morta!...
Neste banco de jardim.
domingo, 4 de novembro de 2007
Neste Banco de Jardim
Postado por @--}--- de £ótus às 11:38
Marcadores: Desilusão, Sentimento de perda
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2 Marquinha(s):
Adorei a conclusão do poema. É um poema forte pela tristeza que emana, pela saudade que transpira e pela falta de vida que se respira! Adorei ler este poema.
Obrigada querida Olga,
Este é, realmente, um poema triste! Escrito num momento, em que o sentimento de perda e abandono, era enorme...
Mas, como tudo na vida, foi um momento que passou.
Um grande beijo.
APG
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