
Vejo-te, a cada instante, como se estivesses aqui.
Abraço-te, e sinto o teu corpo, colado ao meu.
Desenho-te, sobre a tela branca, contornos de um corpo
Que sinto com a ponta dos dedos.
O teu corpo incandescente aquece o meu, gelado,
Derretendo-me os sentidos.
Num instante, a escuridão da noite ganha luz própria
E sinto-te sobre o meu corpo.
Falas-me ao ouvido enquanto eu percorro
Com a palma das minhas mãos a tua pele.
Hoje, nesta noite fria,
O gelo é queimado pelo desejo de nos amarmos.
Os corpos, desejam-se e as almas abraçam-se,
As nossas bocas colam-se em pequenos beijos,
As minhas mãos cravam-se com força sobre as tuas costas,
A tua boca chama-me.
Respondo-lhe com a ondulação suave do meu corpo,
Beijo os teus lábios docemente,
Devoro a tua língua, que se adentra em mim,
Oferecendo-me segredos nunca revelados.
domingo, 25 de novembro de 2007
Desejos...
Postado por @--}--- de £ótus às 23:18
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