É no castanho risonho dos teus olhos que se escrevem a cada instante as linhas do meu presente… É na firmeza das tuas mãos que germina a flor da esperança que deposito na humanidade… É lambuzada no mel dos teus beijos que o meu dia se espreguiça e se esgueira alegremente dos braços da lua… É no horizonte rasgado do teu sorriso que o sol nasce todos os dias no meu olhar… É à garupa do teu forte carácter que galopam todos os meus sonhos… E no menear ainda um pouco inseguro das tuas asas que eu sacudo o pó acumulado sobre os meus dias… É no aconchegar-te que eu tomo o pulso à vida que lateja em nós… E no calor dos teus abraços que eu me sinto bela e feliz… É na doçura da tua voz (quando dizes “gosto muito de ti mãe”) que eu me sagro vencedora, em cada dia… Tu és o mais belo botão de rosa que perfuma o meu jardim… É do maior amor do mundo que se faz tudo o que sinto a explodir dentro mim… Filho…TU és o melhor presente que a vida algum dia me podia dar! AMO-TE!
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Filho
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6 Marquinha(s):
É sempre belo "ouvir" uma mãe falar assim!
Um bom fim-de-semana!
bj
Vim conhecer o teu mundo. Um espaço de emoções, de palavras, de sentimentos.
Adorei
Bjs
Sailing
As desculpas pela intromissão causal onde se "deixa falar o silêncio". Acedi ao seu comentário sobre a história da "Velha dos Anjos" no "blog" das Estórias de Alhos Vedros", e entendi como cândido e simples o seu comentário, e mística a sua nomenclatura.
Por muito que nos maravilhe o mundo ou por muito que nos canse a vida, eleva-se o espírito e conforta-se o coração quando se profere a palavra "filho". Eles são o prolongamento de nós, a nossa eternização no irreversível tempo do mundo.
Atentamente
F. Meireles
Olá Flávio,
Gostaria tb eu, de me ter podido enlear, nas linhas do seu blog, mas tal, ñ me é permitido.
Quero, no entanto, deixar aqui expresso, o meu muito obrigada, pelas suas palavras e, pela atenção dada, ao meu modesto e humilde blog.
Com ele, não tenho qq tipo de pretenção, pq escritora, ou poetisa ñ sou.
Só pretendo, colocar aqui, os meus silêncios...
Através da palavra escrita, é mais fácil "falar" das pequenas, grandes coisas, que me fazem ou fizeram feliz e o inverso também.
Um grande bem-haja para si, Flávio.
P.S. E por favor, sinta-se à vontade de se "intrometer", sempre que queira, no meu "cantinho".
Olá !
Efectivamente sou somente um colaborador ( e não um "owner") intermitente do "blog" do CEAV. A curiosidade de visitar o seu "cantinho" de escrita foi intuitivo, inspirado na simplicidade inerente. Agradeço com sinceridade a anuência à minha "intromissão". É nas coisas simples da vida que realizamos a nossa felicidade, e a palavra escrita exprime melhor os nossos silêncios, pois a linguagem falada é amiúde uma fonte de mal entendidos.
Bem haja Ana, e os desejos de uma existência feliz !
Flávio M.
Sem dúvida o amor mais puro, o de mãe!
Beijo
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