
Não é fácil,
Como diz aquela música, cantada pela Marisa Monte.
Deixar tudo para trás e enfrentar uma vida nova, dói na alma.
Dói a solidão de quem perdeu um ente querido.
Dói a distância.
Dói tudo aquilo que gostaríamos de ter feito e não se fez, como dói, aquilo que fizemos e agora gostaríamos de não ter feito.
Sacudir o pó e recomeçar, é mais fácil na canção.
Dói a saudade, mas a vida tem de continuar!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Recomeçar...
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6 Marquinha(s):
Quando a saudade dói
Eu passo a mão na viola
Seu som é que consola
O peito desse cantador
Quando a saudade dói
Eu pego o retrado dela
E canto olhando pra ela
Lamentando a minha dor
Quando a saudade dói
Eu canto feito um passarinho
Solitário nesse ninho
Tão sozinha... sigo a cantar
Quando a saudade dói
Procuro evitar o pranto
É por isso que eu canto
Canto para não chorar
Quando me bate a saudade
A solidão devora
Aí minha viola chora
Saudade é dor que me corrói
Aí o jeito é cantar
Pra amenizar o tédio
A viola é o meu remédio
Quando a saudade dói...
Beijos...
Quando chega a saudade, chora o coração, prende-se a alma em nostalgias do tempo passado...
Parabens
Ana Paula!
Sinto muito pela tua perda! Mas a vida é assim mesmo...tira-nos sempre o que mais amamos e, apesar e por causa disso, devemos nos tornar mais fortes...mas não menos sensíveis!!
Não nos conhecemos...Encontrei o endereço do teu blog no meet your messenger...estranho, pois foi a foto com a libélula que me atraiu (não costumo buscar perfil de mulheres...)...depois li tuas palavras...vi tuas fotos...e resolvi conhecer teu blog, que mostrou-se lindo.
Espero que mantenhas o teu sorriso sempre, sempre!!!
Um beijo,
Myrian
Olá Myriam!
Obrigada pelas tuas simpáticas e encorajadoras palavras!...
Ainda bem, que a foto te trouxe a mim (eu também gosto muito dela), é a prova, de que uma imagem, às vezes, vale por mil palavras e ajuda, a que as pessoas se aproximem umas das outras.
Beijos e um grande bem-haja para ti.
APG
A ausência temporal dos que mais amamamos tem o condão do maravilhamento de reencontro e do saciar da saudade.
A perda definitiva de quem ilumina e significa a nossa vida lega-nos é certo uma herança do vazio, a irreversibilidade do niilismo do ente da nossa devoção. A força Ana, é preencher essa distância, colocando nos actos e nas ideias o fervor do sentimento, imortalizando a imagem do ente querido na nossa obra e na atitude perante a vida. Todos aprendemos com todos, ou a analogia de que temos um pouco de tudo e não pertencemos a ninguém. Com a excepção de que pertencemos na longa estrada da eternidade, a quem nos transmitiu o dom da vida e desenhou no nosso espírito pelo afecto e pelo exemplo a terra da felicidade.
Não lhe doa a solidão, quando canta do fundo do peito a melodia da saudade. Porque cantam as aves o poema da esperança e exalam as flores o fonema da liberdade ?
Desejo-lhe paz e amizade. E um poema de amor na busca da saudade !
Janício,
Ainda não tinha tido a delicadeza, de retribuir as suas gentis e reconfortantes palavras.
Obrigada!
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